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Negócios - APELMAT - Associação Paulista dos Empreiteiros e Locadores de Máquinas de Terraplenagem e Ar Comprimido

Para disputar licitações no Exterior, as empresas nacionais têm que se adaptar a uma série de procedimentos diferentes dos que normalmente são realizados no Brasil. A Europa, os Estados Unidos, a China e o Japão, onde estão os mercados mais importantes do planeta, apresentam particularidades bem interessantes em suas concorrências públicas. Há também, claro, alguns sistemas parecidos com aqueles adotados em nosso país.

Nos Estados Unidos, por exemplo, o governo não restringe a sua lista de exigências às normas presentes no edital: a prioridade é das empresas que já estão estabelecidas, conhecidas e com boas práticas de negócios. Lá, existe a obrigatoriedade de as companhias vencedoras fazerem subcontratações de Disadvanta­ged Business Enterprises, ou seja, firmas comandadas por minorias como mulheres, indígenas, negros e hispânicos. É uma espécie de “sistema de cotas”.

Por Sidney Cohen*

O que seria da empresa se ela não tivesse concorrência? A competitividade entre empresas está mais acentuada, e entender a concorrência de perto, poderá trazer benefícios para sua organização. A ameaça da concorrência pode se transformar em grande oportunidade. Neste contexto, dou algumas dicas sobre como a concorrência pode servir como fonte de inspiração.

Para 31% dos representantes das empresas familiares brasileiras, a redução de impostos seria a principal mudança que beneficiaria os negócios. Os dados constam na “Retratos de família - um panorama do histórico e perspectivas futuras das empresas familiares brasileiras”, pesquisa realizada pela KPMG no Brasil, com o apoio do ACI Institute e do Board Leadership Center, e que contou com  cerca e 200 entrevistados distribuídos por 16 estados brasileiros. “Leis trabalhistas mais flexíveis (18%) e uma legislação fiscal mais simples (14%) também estão no topo dos entraves para o desenvolvimento das empresas familiares. Com esses resultados, pode-se notar um alto ‘custo país’ percebido pelos empresários do setor”, afirma o sócio da KPMG no Brasil, Sebastian Soares.

Por Marcos Morita*

Ainda lembro das minhas férias de Julho. Brincávamos na rua e utilizávamos o asfalto como quadra, cujas marcações eram feitas com tijolos roubados em construções. Futebol, vôlei e taco eram os jogos preferidos. Esconde-esconde, pega-pega e polícia e ladrão também faziam parte, fosse em garagens alheias ou terrenos baldios, num tempo em que os muros eram baixos e os portões não raro, eram apenas fechados. Este era o meu mundo analógico.

* Telmo Schoeler

Encare a realidade: os fatos são mais relevantes do que o que você pensa. Em síntese, você não percebeu as mudanças empresariais e de gestão, subestimou seus efeitos ou simplesmente não quis fazer os ajustes que se impunham, três pecados mortais no mundo moderno. Não se autoflagele, você não errou sozinho. A maioria esquece que o cenário se tornou dinâmico, mutante, desestabilizador e disruptivo e ainda fica olhando no espelho retrovisor, focada no que passou, esquecendo que o presente já é – e o futuro será ainda mais – diferente. Achar que o passado o salvará qualquer tolo faz, mas enxergar o futuro, preparar-se para ele e até influenciá-lo só os capacitados e de mente aberta conseguem fazer.

A HSM Educação Executiva trouxe para o Brasil um dos maiores especialistas em gestão de empresas familiares: Ivan Lasberg, autor do best-seller De Geração para Geração. Durante o Seminário HSM Family Business, Lasberg falou sobre a importância do planejamento e alertou para alguns riscos.

“É necessário pelo menos cinco anos para que a pessoa que irá suceder possa estar por dentro de tudo o que ocorre na empresa. Tentar precipitar a sucessão pode significar o fracasso da companhia”, disse Lasberg.

*Carlos Cruz

Especialmente em tempos de crise, vender mais para o mesmo cliente pode ser a melhor alternativa para garantir os resultados e fazer com que as metas sejam batidas. É fato que em períodos de retração econômica as pessoas e empresas arriscam menos, deixam de comprar novos produtos/serviços e também de procurar por novos vendedores. Ou seja, o vendedor deve se agarrar aos seus clientes e batalhar para que eles ampliem o ticket médio, fatos que, claro, podem render indicações e novos contatos.

Um primeiro contato malsucedido ou comportamentos inadequados podem arruinar quaisquer perspectivas de negócios. Por isso, a maneira certa de se portar ao telefone ou a roupa mais indicada para uma reunião ou evento corporativo merecem a atenção principalmente dos profissionais de vendas ou daqueles que lidam diretamente com os clientes. Autora dos livros “Competência Social - Mais que Etiqueta, uma Questão de Atitude” e “Etiqueta, Cerimonial e Protocolo”, Lícia Egger procura dar orientações sobre como se sair bem nessas situações.

A questão preocupa mais do que as drogas, a violência e os problemas relacionados à saúde. Cresce também a preocupação com a crise econômica e seus reflexos na inflação e no desemprego, segundo pesquisa da CNI. Melhorar os serviços de saúde continua no topo da lista das prioridades

O brasileiro está cada vez mais preocupado com a corrupção e com os impactos da crise econômica, aponta a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira - Problemas e Prioridades para 2016, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta terça-feira (26). De acordo com o levantamento, 65% das pessoas consideram a corrupção o principal problema do Brasil. O item aparece em primeiro lugar na lista dos problemas extremamente graves de 2015 - era possível citar mais de um. Em 2014, ocupava a 3ª posição, e em 2012, a 4º.

Em artigo publicado no jornal Valor Econômico em 19 de janeiro deste ano, o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, fez uma menção à proposta de unificação do PIS e Cofins em um só tributo, a chamada Contribuição sobre Valor Agregado (CVA). “Trata-se, sem dúvida alguma, de uma simplificação bem-vinda e necessária, uma vez que as bases tributárias são muito semelhantes e sua unificação significa diminuir a burocracia e reduzir o custo de administração, contribuindo para aumentar a competitividade das empresas”, afirmou.

Segundo levantamento realizado pela KPMG no Brasil as regulações tributárias, trabalhistas e previdenciárias são o que mais impactam, atualmente, o ambiente de negócios das companhias. O tema foi escolhido por 20% das cem empresas, de diversos segmentos de atuação que participaram da pesquisa, destacando-se o bancário e serviços financeiros, produtos manufaturados, construção, infraestrutura, agronegócio e óleo e gás. Normas contábeis e societárias (15%), regulações ambientais (12%) e a lei anticorrupção (11%) são os outros itens citados. Na opinião dos respondentes, estes mesmos temas continuarão interferindo os negócios nos próximos 24 meses.

Apesar das previsões de vendas relativamente positivas, os CEOs que atuam no Brasil continuam cautelosos sobre a contratação e a realização de investimento, de acordo com pesquisa recente da Young Presidents' Organization (YPO). A confiança dos líderes de negócio sobre a contratação e as despesas de capital, medida pelo índice YPO Global Pulse, mudou muito pouco nos últimos 15 meses.

Devido ao sistema hidrostático, marca leva vantagem quando o assunto é manutenção

Com a saturação no mercado de locações, Ricardo Macedo teve a ideia de trabalhar com equipamentos que estavam fora do escopo da maioria das locadoras. Deixou as retroescavadeiras, o “arroz e feijão” do mercado, para investir em dumpers e torres de iluminação.

“Já trabalhamos com mini máquinas, retros, mas decidimos focar nesses modelos e quando há necessidade de grande locação, sublocamos outros que venham ser necessários”, conta Macedo.

De janeiro a abril de 2014, foram abertas no País 157.561 novas empresas, sem considerar os Microempreendedores Individuais (MEIs), o que demonstra uma queda de 12,5% em comparação ao mesmo período de 2013. A redução de abertura de novas empresas aconteceu principalmente na indústria e no comércio, que tiveram queda de 18,3% e 15,9% respectivamente.


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