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Cenário - APELMAT - Associação Paulista dos Empreiteiros e Locadores de Máquinas de Terraplenagem e Ar Comprimido

Para contribuir com a formação de profissionais especializados em fazer reparos em estruturas de concreto, foi criado nos Estados Unidos um curso online que atende a interessados do mundo todo. “A iniciativa decorre de um estudo que nós fizemos demonstrando que 25% dos reparos feitos nos Estados Unidos apresentam falhar em menos de um ano, necessitando de retrabalho”, revelou Rick Yelton, editor para o World of Concrete, em palestra proferida no Construction Summit 2016, realizado em São Paulo, pela Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração.

 

De acordo com Yelton, a questão da necessidade de reparos em estruturas de concreto é bastante preocupante nos Estados Unidos. “Para nós é constrangedor concluir que os gastos com reparos em concreto chegam à casa de US$ 21 bilhões ao ano. Isso significa que estruturas que deveriam durar 50 ou 60 anos não estão atendendo a essa expectativa”, analisa o palestrante.

Tornar uma cidade sustentável demanda evitar ao máximo o desperdício de recursos naturais, o respeito ao meio ambiente e a gestão do uso do solo. Da maneira que as cidades estão crescendo, muitas vezes questões importantes são deixadas de lado em busca do progresso, que não deve ocorrer sem planejamento. O painel “Mobilidade, Acessibilidade e Desenvolvimento Urbano”, ocorrido no seminário “Cidades em Movimento”, evento organizado pela Sobratema e pelo WRI Brasil Cidades Sustentáveis, debateu esses e outros assuntos.

 

"Vivemos um momento muito singular para as cidades e para a transformação dos cenários urbanos. A nova agenda urbana está sendo formada e o momento hoje é de pensar sobre os desafios que enfrentamos", afirmou o professor do Curso de Engenharia da Universidade de São Paulo, Miguel Bucalem, que mediou o debate. A segunda mesa-redonda do dia foi composta ainda pelo Secretário Executivo da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Gilberto Perre, pelo Especialista em Mobilidade Urbana do WRI Brasil Cidades Sustentáveis, Guilhermo Petzhold, pela arquiteta e representante da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) na Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), Silvana Cambiaghi, e pelo Presidente do Sindicato da Arquitetura e da Engenharia (SINAENCO), José Roberto Bernasconi.

O modelo de gestão e avaliação ambiental das construções aplicado pela Fundação Vanzolini, com o selo AQUA-HQE, tem promovido uma mudança de cultura nas práticas de planejamento, gestão e construção de edificações no país. “Entre as principais qualidades do processo está o respeito às características locais, como clima, legislação e contexto sócio econômico. Não se pode falar em mudança de cultura, sem respeito às características brasileiras”, explicou Manuel Carlos Reis Martins, coordenador executivo da certificação AQUA-HQE (Alta Qualidade Ambiental), da Fundação Vanzolini, em palestra durante o Construction Summit 2016, em São Paulo.

 

Prova disso, é que os referenciais técnicos do AQUA-HQE fazem referência constante às Normas da ABNT, inclusive a 15.575, de desempenho; à Norma de Acessibilidade NBR 9050 e às resoluções do Conoma (Conselho Nacional do Meio Ambiente), entre outras; além de considerar os requisitos de desempenho energético da etiqueta PBE Edifica, do Inmetro.

O Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Pualo (Sinicesp), juntamente com um grupo de representantes do setor produtivo paulista, participou de reunião com o presidente em exercício Michel Temer e com os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Henrique Meirelles (Fazenda), Marcos Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços) e Wellington Moreira Franco (Secretaria Executiva do Programa de Parcerias e Investimentos).

Cada vez mais os gestores urbanos necessitam levar em conta o enorme contingente de deficientes físicos nos planejamentos das ações voltadas para as cidades. Afinal de contas, segundo o último censo do IBGE, o total de pessoas com algum tipo de deficiência chega a 46 milhões. “E, ao contrário do que prega o senso comum, trata-se de um contingente formado majoritariamente por pessoas com razoável poder aquisitivo”, informou Rodrigo Rosso, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Revendedores de Serviços para Pessoas com Deficiência (Abridef), durante palestra proferida no Construction Summit 2016, realizado em São Paulo, pela Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração.

 

De acordo com Rosso, uma recente pesquisa constatou que 42% dos deficientes são das classes A e B; 44% são da classe C; e apenas 14% são das classes D e E. Para o líder setorial, isso demonstra que há uma visão distorcida sobre esse contingente da população, que não é vista como consumidora. “Outro dado que confirma o predomínio de pessoas de elevado poder aquisitivo é que no ano passado, quando o setor automotivo amargou uma forte queda, as vendas de veículos destinados a deficientes cresceu nada menos que 26%”, afirmou. Lembra ainda que o mercado de produtos destinados a deficientes fatura anualmente cerca R$ 5,5 bilhões.

Investimentos privados são essenciais: companhias administradas pelo setor empresarial têm melhor qualidade de serviço. Confira na reportagem da série especial sobre modernização da infraestrutura

Com uma média de eficiência maior que a das companhias públicas, as empresas privadas de saneamento têm despontado como um dos caminhos mais viáveis para que o Brasil reverta o quadro de atraso na prestação de serviços de água e esgoto. Na avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o aumento da participação privada é imprescindível para a universalização da coleta e do tratamento do esgoto, e para o abastecimento de água. “Na infraestrutura brasileira, o setor com maior déficit de atendimento e maiores desafios é o de saneamento. A iniciativa privada tem muito a contribuir para a expansão dos serviços, com investimentos e modelos eficientes de gestão”, destaca a diretora de Relações Institucionais da CNI, Mônica Messenberg.

Como trabalhar as questões de reputação e da marca no setor, considerado conservador, como o da comunicação, e quais meios de comunicação são os mais qualificados para levar essa informação à sociedade foram dois aspectos colocados pelo mediador Rodrigo Prada, diretor de Comunicação do Sinaenco – Sindicato Nacional da Arquitetura e Engenharia, no workshop da entidade sobre Novas Mídias e Formas de Comunicação no Setor da Construção, promovido no Construction Summit.

 

Segundo Vagner Barbosa, diretor de planejamento da Agência Canteiro, esse segmento trabalha, principalmente, duas mídias: a impressa e as feiras de negócios. “No entanto, com a chegada dessas novas mídias, que nasceram a partir da revolução digital, as formas tradicionais de comunicação começaram a ser contestadas”, afirmou. “Isso porque os dois pilares da mídia tradicional – monopólio e mercado de “massa” – estão sendo confrontados pelos novos meios, que democratizaram a informação e a produção de conteúdo, além de serem extremamente segmentadas e customizadas. Agora, é possível falar com nichos de mercado e obter métricas e respostas desse público”.

O nível de emprego na Construção Pesada no Estado de São Paulo registrou uma queda de 1.282 ocupações no mês de abril. O dados fazem parte de um acompanhamento feito pelo Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo (Sinicesp). Com este resultado, o setor da construção pesada paulista volta a registrar comportamento negativo do índice, após discreta elevação verificada em março. A tendência de queda de abril chegou a 1,22%, o pior resultado do quadrimestre.

Os principais benefícios da certificação incluem a garantia de produtividade e segurança na execução da atividade para o profissional, além de reduzir o número de afastamento por acidentes, aumentando a produtividade

  

Visando garantir a qualificação dos profissionais dos setores da construção e mineração, a Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração e a Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção apresentaram durante o Construction Summit 2016 o primeiro sistema de certificação de terceira parte para profissionais das áreas da construção e mineração.

 

Segundo Afonso Mamede, presidente da Sobratema, a necessidade dessa certificação foi em função das dificuldades da qualificação da mão de obra de operação dos equipamentos e a exposição aos riscos que esses profissionais colocam as pessoas envolvidas nos setores de construção e mineração.

Empresa apresentará a escavadeira hidráulica 320D2 CG, as retroescavadeiras modelos 416F2 e 420F2, além da nova modalidade de financiamento

Durante a Bahia Farm Show 2016, feira de agronegócio que acontece de 24 a 28 de maio, no Complexo Bahia Farm Show, em Luis Eduardo Magalhães-BA, a  Sotreq, empresa com mais de 70 anos no mercado e uma das maiores provedoras de soluções, produtos e sistemas Caterpillar no Brasil, amplia o seu portfólio com o lançamento de três máquinas: a Escavadeira Hidráulica 320D2 CG e as Retroescavadeiras 416F2 e 420F2.

“Este evento é uma vitrine no setor de agronegócio, por isso, a Sotreq participa ativamente com o objetivo de oferecer aos agricultores e pecuaristas equipamentos que contribuam para o aumento da produtividade associada a baixos custos e permitam a preservação do meio ambiente”, descreve Juscelino Santos, coordenador de vendas de máquinas da Sotreq.

Para a economia de vários países da América Latina, é fundamental ter uma ligação eficiente envolvendo rodovias, ferrovias e uma hidrovia na região amazônica, defendeu Antonio Castillo, conselheiro comercial do Peru no Brasil, em sua palestra Oportunidades de Mercado para Empresários Brasileiros do Setor da Construção no Peru em Meio aos Megaprojetos de Integração Binacional, proferida no Construction Summit 2016, promovido em São Paulo. “A ideia é transformar o rio Amazonas num novo Canal do Panamá”, observou o palestrante, salientando que toda essa movimentação representa oportunidade de negócios para empresas brasileiras da área de construção.

 

Castillo detalhou os 25 mega projetos de obras de infraestrutura que atualmente estão em discussão ou andamento no Peru e que envolvem a atuação de empresas de várias partes do mundo, com destaque para várias companhias brasileiras. Um exemplo de obras incluído nesse rol de projetos as construções do gasoduto Sul-Peruano, da rodovia interoceânica, um dos eixos de integração IRSA entre Brasil e Peru, da adutora de Huachipa, da Ponte Inhanbari-Azangaro, e do projeto de exploração mineral de Bayovar.

Levantamento, que é parte do Programa Pela Vida, analisou motoristas pelo País, mostrando que a maioria trabalha em média até 10 horas por dia, está na faixa dos 36 anos, e alguns, infelizmente, ainda usam estimulantes quando pegam a estrada

Casado, 36 anos, pai de família e trabalhando de 8 a 10 horas por dia. Esse é o perfil predominante do caminhoneiro que cruza as estradas do País, segundo Pesquisa do Instituto Julio Simões, braço social da companhia JSL, maior empresa de logística rodoviária do país. O levantamento é parte das ações do Programa Pela Vida, que oferece orientações de saúde, orçamento doméstico e segurança nas rodovias e atendeu no ano passado 14.238 motoristas. “Nosso levantamento visa, num primeiro momento, traçar o perfil do profissional das estradas e quais as transformações que ele vem passando ao longo dos últimos anos”, afirma Luciana Alves, gerente de comunicação da JSL e do Instituto Julio Simões.

O mercado mineiro de locação de equipamentos obteve um faturamento de R$ 3,2 bilhões no ano passado, o que representa um crescimento de 18,5%  em relação ao ano anterior, quando foi de R$ 2,7 bilhões. O setor emprega atualmente 27 mil pessoas. Os dados foram divulgados no Congresso Nacional de Valorização de Rental, promovido pela Analoc - Associação Brasileira dos Sindicatos, Associações e Representantes dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas, durante o Construction Summit.

 

A pesquisa divulgada pelo Sindileq-MG - Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas, Ferramentas e Serviços Afins do Estado de Minas Gerais entrevistou mais de 300 empresas do setor e forneceu informações importantes sobre o segmento do rental no Estado.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) cresceu 4,5 pontos em maio frente a abril e atingiu 41,3 pontos. Foi a maior alta da série histórica, iniciada em janeiro de 2010. Embora se mantenha a falta de confiança, já que o índice continua abaixo dos 50 pontos, o valor do ICEI é o maior em 16 meses. As informações são da pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira, 16 de maio.

Conforme o gerente-executivo de pesquisa e competitividade da CNI, Renato da Fonseca, a forte alta do ICEI pode ser explicada pelo sinal de que a crise política está sendo resolvida. “Se o governo de Michel Temer conseguir conduzir politicamente as medidas econômicas necessárias para a solução da crise, o ICEI manterá a tendência de crescimento”, destaca Fonseca. “Os empresários e a sociedade precisam perceber que há um esforço para fazer o ajuste fiscal, para a retomada do crescimento econômico. A melhora contínua da confiança contribuirá pra o crescimento à medida que empresários mais otimistas são mais propensos a investir.”

Palestra no Construction Summit também mostrou que a área de saneamento vem ganhando destaque com novos projetos

 

A área de iluminação pública é a que está mais avançada em termos de projetos aprovados com utilização de Parceria Público-Privada (PPPs). De acordo com dados da Radar PPP, empresa especializada na formatação de projetos de PPP, dos 87 projetos em andamento mapeados pela empresa, 27 são voltados para obras e serviços destinados a iluminação pública e envolvem municípios de todas as regiões do país. “Somente no Distrito Federal, as projeções de investimentos são de R$ 2 bilhões nesse segmento”, relatou Rodrigo Reis, sócio da empresa em palestra PPP Summit, proferida durante o Construction Summit 2016, realizado pela Sobratema em São Paulo.

 

Além de projetos de iluminação pública, Reis salientou que vem ganhando destaque também as áreas de saneamento básico, com 14 projetos em andamento, e 11 outros referentes a resíduos sólidos. A seu ver, o segmento de iluminação pública tem atraído interesse por meio das PPPs a partir de uma resolução da Aneel, de 2012, que estipulou que a competência para gerir a área passou das concessionárias de energia para as prefeituras. “Como há dotação orçamentária para iluminação pública por meio da taxa embutida nas contas de energia de toda a população, o segmento possui garantias, o que facilita a aprovação de projetos PPPs”, comentou.

CNI defende aumento das concessões e fortalecimento de agências reguladoras para garantir os investimentos em obras imprescindíveis à retomada do crescimento econômico

Com investimentos de apenas 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em infraestrutura, o Brasil convive com estradas de má qualidade, portos ineficientes, falhas no fornecimento de energia e inúmeros problemas de logística que encarecem a produção e tiram a capacidade das empresas de competirem no mercado internacional. “A superação desses obstáculos depende da efetiva participação do setor privado no investimento e na gestão dos serviços”, afirma o gerente-executivo de Infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Wagner Cardoso.

A pavimentação de ruas e estradas com o uso de concreto no lugar de asfalto pode ser inicialmente mais cara, mas quando se considera o menor custo de manutenção ao longo da vida útil do pavimento, se torna mais viável economicamente. A constatação é do engenheiro civil norte-americano Chris Tull, da CRT Consulting Concrete e foi feita durante a palestra Pavimento para Cidades Sustentáveis, ministrada no Construction Summit 2016, promovido pela Sobratema, em São Paulo. A palestra é a primeira das três programadas pela World of Concrete, maior feira mundial da cadeia do concreto, que é parceira da Sobratema na realização do Summit.

   

“Nos Estados Unidos, todos os gestores públicos e também os usuários preferem esperar um pouco mais para utilizar uma estrada, do que ter uma obra executada com maior rapidez, mas que necessitará de constantes manutenções”, comentou o palestrante, que é considerado um dos mais experientes especialistas em pavimentação de concreto do mundo.

Em 2016, a filial do Brasil passou a concentrar boa parte das demandas da América Latina

A Link-Belt, fabricante de escavadeiras, chega ao quinto ano de sua operação no Brasil, com a consolidação de mudanças estratégicas orientadas pela matriz, nos Estados Unidos. Considerada uma operação bem sucedida com mais de 300 escavadeiras em campo, somando fatores como proximidade geográfica e facilidade do idioma, em 2016, a filial brasileira passou a responder pela direção dos negócios, marketing institucional e de produtos, além de vendas diretas para América Latina. Com a reorganização, boa parte das demandas do mercado latino-americano passou para a gestão da Link-Belt no Brasil.

Em Workshop do Sinaenco, promovido no Construction Summit, especialistas ressaltam a importância dessas duas áreas para o futuro do Brasil

 

A arquitetura e a engenharia têm um papel imprescindível para o crescimento de uma nação por estar presente e atuar de forma efetiva nos cinco pilares fundamentais: saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e defesa nacional. “Somos operadores para o desenvolvimento do país”, afirmou José Roberto Bernasconi, presidente do Sinaenco – Sindicato Nacional da Arquitetuar e da Engenharia, no Workshop promovido pela entidade no Construction Summit 2016, em São Paulo.

 

No entanto, para que os profissionais desse setor possam trabalhar de maneira efetiva e eficiente, é necessário que ocorram mudanças. “Estamos submetidos a uma alta carga tributária, de cerca de 40%, a condições difíceis de trabalho e somos uma sociedade com forte depedência de um poder. Tudo isso tem nos levado a perda de espaço e enfraquecimento de nossa capacidade de empreender. Por esse motivo, precisamos romper com essas questões que nos aprisionam”, avaliou Bernasconi. “E, ainda assim, temos conseguido criar novos mercados e prestar excelentes serviços de arquitetura e engenharia aqui e no exterior, com reconhecimento mundial”, acrescentou.

Empresa mapeia as necessidades das regiões onde possui plantas, e envolve funcionários, lideranças e comunidades nas ações de limpeza e conscientização

A CNH Industrial faz sua parte no combate ao Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e vírus zika, que se tornou uma preocupação global. Ano a ano, o surto dessas doenças tem mostrado que a questão é um problema de todos. Atenta à situação de emergência e às enfermidades, a empresa realiza inspeções constantes e promove campanhas de limpeza e conscientização para identificar e eliminar os possíveis focos, indo além dos portões das suas fábricas e envolvendo os colaboradores e seus familiares, lideranças e comunidades. Para isso, tem um comitê especial e um responsável em cada unidade.


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